de se perder de vista.
Leve por ser inacabado,
Transparente e envolto em andaimes.
Estes, me levam aos céus.
No ritual da rotina homens são padronizados.
Nos misturamos no azul.
Entre lapsos e vácuos a matéria morta se torna mais lar que o fogão que combina com o botijão.
Os gritos e choros não são ouvidos e a quentinha preenche a falta de perspectivas.
Ninguém vê.
Sinto o ímpeto de me afogar no azul.
A entrada chama sempre de serviço
mesmo que eu esteja de visita.
Olhares não encontram os meus,
se abaixam.
Minhas mechas não obedecem.
Entendem mais a liberdade que a sociedade.
Esta, se sente azul.
Quero mudar esse concreto todo que polui a minha vista.
Quero derrubar essa parede sólida de preconceito que só não estremece a minha fé, azul paz.
Conhecer o meu sorriso tão lindo quanto qualquer outro.
O desejo é de arrancar minha roupa carne e vestir a minha alma.
Os navios ainda existem
Mas hoje as velas são tela fachada,
pra segurança nossa.
E eu ainda acreditando que segurança tinha a ver com lápis e não telas.
Me agarro então, ainda mais nessa jornada.
Para que Joana se veja diante da tela, mas de cinema.
Para que Pedro conheça a de pintura.
E talvez, João se descubra TI na do computador.
Um futuro azul, sabe?!
Longe sim, mas possível.
O desejo é de arrancar minha roupa carne e vestir a minha alma.
Os navios ainda existem
Mas hoje as velas são tela fachada,
pra segurança nossa.
E eu ainda acreditando que segurança tinha a ver com lápis e não telas.
Me agarro então, ainda mais nessa jornada.
Para que Joana se veja diante da tela, mas de cinema.
Para que Pedro conheça a de pintura.
E talvez, João se descubra TI na do computador.
Um futuro azul, sabe?!
Longe sim, mas possível.
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