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Separação.

Ela sentou na penumbra e calculou motivos pra sorrir.  Até encontrou mas suas mãos tremeram.  Não dava pra esquecer e o desespero voltou à garganta. Gargalhadas vinham de fora; alguém balbuciando um som qualquer. Ruim. Adele passa num carro, efêmera como o sorrir da moça no sofá. Helena sente raiva de tudo aquilo e descobre em segundos, que a planta no vaso ao lado do sofá na penumbra, era realmente venenosa.

4 comentários:

  1. denso e tenso ... como manda a situação...adoro seu jeito de escrever querida...

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  2. Sensações funestas estas que nos amarram em distância tão abrupta. Muito conveniente (de um modo bom) as citações de personagens em profunda dor para endossar o clima. E sim, as flores nos trazem emoções, mas nem sempre as melhores. Excelente escrita!

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  3. Me lembrei daquelas flores (Acho que crisântemo...), que cheiram a cemitério!

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